Lexus: uma história de 24 anos de sucesso

22/05/2012 - 03:40

Referência no mercado automotivo de luxo, a
marca
chega ao seu 24º ano de vida em 2012.

Podemos criar um carro de luxo que possa desafiar os melhores automóveis do mercado?”. Foi com essa pergunta que a Lexus começou a ser concebida, em 1983. Cinco anos depois, em 1988, a marca e o logo foram apresentados pela primeira vez ao público no Salão do Automóvel de Los Angeles. No ano seguinte, os primeiros modelos Lexus, o LS 400 e o ES 250, foram oficialmente lançados nos salões de Los Angeles e Detroit.

Sucesso absoluto nos Estados Unidos, a Lexus tornou-se rapidamente uma das marcas de veículos de luxo mais vendidas naquele país, mantendo a liderança em vendas entre 1999 e 2010. Em 24 anos de história, a marca estabeleceu um novo padrão de qualidade e conforto, nunca antes atingido no mercado de luxo. A Lexus se destaca pela sua liderança em inovação tecnológica, pelo design refinado, pela qualidade artesanal do acabamento de seus carros e pelo excepcional nível de serviço oferecido aos seus clientes.

Mais que um slogan, a busca pela perfeição é uma realidade constante para a Lexus, e isso pode ser visto em cada detalhe de seus carros. Os engenheiros da Lexus utilizam aparelhos de tomografia para analisar motores e detectar e corrigir qualquer imperfeição encontrada. O acabamento dos automóveis é realizado e inspecionado de forma artesanal por mestres em qualidade que passam por treinamentos e reciclagens constantes. Uma única peça de madeira é utilizada para a confecção de todo o acabamento de um mesmo carro, para garantir que cada veículo da marca seja uniforme visualmente e, ao mesmo tempo, único.

A Lexus busca também a perfeição na segurança de seus veículos. Os bonecos utilizados em testes de colisão geralmente possuem cerca de 120 sensores para coleta de dados. os utilizados pela Lexus possuem dois milhões desses sensores, permitindo que os engenheiros tenham em mãos uma quantidade formidável de dados para avaliar os efeitos dos mais diversos testes de colisão e proporcionar o máximo de segurança aos ocupantes de um carro da marca. A Lexus também desenvolveu o maior simulador automotivo do mundo, onde se pode avaliar, em um ambiente realista, porém controlado, as reações de motoristas comuns em diversas situações de riscos para garantir a mais prefeita interação possível entre o ser humano e o veículo.

Esses são apenas alguns exemplos da filosofia que guia a Lexus a oferecer aos clientes os melhores produtos em seus segmentos. Desde seu nascimento, a Lexus sempre buscou nada menos que a perfeição. Uma breve análise do contexto histórico, no entanto, se faz necessária para que se possa entender os motivos que levaram a criação da Lexus.

A década de 70 foi particularmente sofrida para os Estados Unidos, que estavam envolvidos com a Guerra do Vietnã e que foram um dos países mais atingidos pela Crise do Petróleo que assolou o mundo naquela época. Os anos 80, no entanto, se iniciaram com a promessa de um cenário melhor, mais próspero. Uma nova classe de jovens executivos bem sucedidos, os yuppies, simbolizava o zeitgeist, termo de origem alemã, cujo significado éo espírito do tempoe denota a mentalidade dominante de uma determinada época.

Passado o período de dificuldades, os americanos estavam sedentos por consumir produtos de luxo novamente. Os gostos, porém, haviam mudado bastante em um curto espaço de tempo. O luxo ostensivo e pomposo das últimas décadas não era mais bem visto. Os americanos se tornaram mais refinados e passaram a dar grande importância para as marcas, e não apenas para os produtos em si. Em outras palavras, não era suficiente comprar mostarda Dijon, era preciso que ela fosse Grey Poupon, mostarda de origem francesa muito popular nas altas rodas americanas nos anos 80.

 

O começo

A Toyota estava bem estabelecida nos Estados Unidos no fim dos anos 70 e começo dos anos 80. Em 1975, a marca firmara-se como a maior importadora de automóveis daquele país. Com o preço da gasolina cada vez mais caro nos anos 70, os carros da marca, reconhecidos como econômicos e confiáveis, eram a opção preferida de jovens casais, estudantes universitários e famílias de classe média.

Com a mudança de cenário dos anos 80, as pessoas começaram a buscar opções mais luxuosas. E em um país com forte cultura automobilística como os Estados Unidos, o carro é um dos principais meios para demonstração de status. A Toyota não possuía em sua linha de produtos americano uma alternativa capaz de suprir essa crescente demanda. O Toyota Crown chegou a ser cogitado como uma opção para enfrentar as marcas europeias e americanas de veículos luxuosos, porém o Crown não era o automóvel certo para essa missão.Nós precisamos de algo maior, e precisamos disso hoje, resumiu, com precisão, Norman Lean, um dos vice-presidentes da empresa na ocasião.

Lean estava falando por um número crescente de executivos da montadora japonesa nos Estados Unidos. Yukiyasu Togo, presidente e CEO da divisão americana da empresa, se tornou o principal defensor dessa bandeira. Togo não poupou esforços para levar a ideia adiante. Uma série de negociações entre a filial americana e a matriz culminou em uma reunião ultrassecreta, realizada no Japão em 1983, envolvendo diversos gerentes, estrategistas e engenheiros. Eiji Toyoda, então presidente da Toyota, perguntou se a companhia era capaz de criar um automóvel de luxo capaz de enfrentar os melhores do mercado. Togo pediu a palavra e, com firmeza e convicção, disse que aquele era o momento para a construção de um carro que seria melhor que os melhores do mundo. Foi a senha para o início do projeto que culminaria na criação da Lexus.

 

A concepção

Com a carta branca da matriz, um comitê formado por 15 pessoas foi criado para conduzir o projeto que ficou conhecido comoCircle F. Lançado em sigilo absoluto, nem mesmo executivos do alto escalão foram informados sobre o Circle F. Pessoas que trabalhavam na Toyota nos Estados Unidos na época se lembram de ouvir sussurros no corredor, de pedidos por peças e pesquisas e diversas outras solicitações não identificadas. Mas ninguém sabia exatamente do que se tratava.

Para a criação de um veículo de luxo voltado ao público americano, era preciso, em primeiro lugar, compreender a forma única com que os americanos lidam com o luxo. Imaginação ou pesquisas superficiais não bastariam.

Com esse objetivo, uma equipe formada por 20 designers e engenheiros japoneses se mudou para os Estados Unidos. Mais especificamente, para Laguna Beach, cidade costeira a cerca de uma hora de Los Angeles e um dos principais refúgios das famílias ricas americanas. O time se instalou em uma bela casa com vista para o Oceano Pacífico e se preparou para sua principal missão: uma imersão total na cultura americana.

Vocês precisam passar um tempo vivendo nos Estados Unidos para que vejam, com seus próprios olhos, como o consumidor de produtos de luxo vive e quais são seus valores. O que um carro significa para ele, como ele o usa? Você não pode criar umfilho da Américasem compreender os americanos, disse Togo ao grupo de engenheiros e designers pouco antes da mudança para os Estados Unidos.

instalados, o grupo de designers e engenheiros mergulhou de cabeça no American way of life. Como americanos de classe alta, foram a Shopping Centers sofisticados, clubes de golf, boutiques, sempre observando e absorvendo o comportamento dos frequentadores. Dessas observações começaram a nascer os conceitos que delimitariam o estilo Lexus.

Um evento em especial foi significativo para dar as linhas gerais do que seria a marca Lexus. Michikazu Masu, um dos membros do grupo de engenheiros e designers, promoveu uma liquidação de garagem, no melhor estilo americano. Seu objetivo era se familiarizar cada vez mais com a cultura local. Masu desenhou um mapa para sua casa, imprimiu algumas cópias e as espalhou pela cidade. No dia do evento, a maioria das pessoas estava mais interessada no mapa do que em qualquer um dos utensílios domésticos em exposição.Nunca vi um mapa tão simples, limpo e inteligente, diziam os visitantes. Essas palavras marcaram profundamente Masu. E também marcaram profundamente a concepção da marca Lexus.

Simples, limpo e inteligente (simple, clean and smart, em inglês). Em uma primeira análise, essas palavras não se aplicavam às ideias pré-concebidas sobre luxo nos Estados Unidos. Mas, no ápice da era yuppie, os velhos ícones de luxo estavam em declínio. Uma frase até hoje muito utilizada no mundo da alta costura e das artes sintetiza muito bem o novo conceito de luxo que estava surgindo: menos é mais. Os consumidores estavam ávidos por produtos simples, limpos e inteligentes, embalados por marcas premium que simbolizassem todo o status de quem as detêm.

Além da pesquisa de campo no sul da Califórnia, diversos outros grupos de estudo foram conduzidos em cidades como Nova York, Miami, Houston, Denver e São Francisco. Com muita informação reunida, os primeiros protótipos começaram a ser desenhados, primeiro em escala 1:5 e depois em tamanho real. Um novo carro começava a nascer.

 

O primeiro carro

Impossível”. Foi com esse coro que Ichiro Suzuki, engenheiro-chefe do “Circle F”, foi recebido pelos 1400 engenheiros designados para o desenvolvimento do primeiro veículo Lexus após a exposição das metas de engenharia para o novo carro.

Por definição, o desenvolvimento de um carro é um exercício de sacrifício. Um motor grande se traduz em um motor barulhento, um veículo veloz também é um veículo ineficiente, um carro silencioso significa um carro pesado e um carro estável em alta velocidade acaba sendo um carro aerodinamicamente ineficaz. Suzuki, porém, não estava disposto a fazer nenhuma concessão. Ele perseguiu sua visão com extremo zelo, convertendo legiões de descrentes pelo caminho.

A sua visão era a de um carro que pudesse atingir 250 km/h, enquanto a velocidade máxima dos concorrentes era de 210 km/h. Que fizesse 9,5 km/l enquanto a marca dos concorrentes era de 8,5 km/l. Que tivesse um coeficiente de arrasto, medida utilizada para medir a aerodinâmica de um carro, entre 0.28 e 0.29, enquanto o dos principais concorrentes era de 0.32. O nível de ruído a 95 km/h deveria ser de 58 decibéis, enquanto os veículos da concorrência superavam os 60 decibéis nesta velocidade. O automóvel da visão de Suzuki deveria superar os da concorrência em cada indicador de performance aferido. E os engenheiros envolvidos no projeto tinham uma palavra para essa visão: impossível.

Akira Takahashi, diretor de Engenharia e Produção da Toyota, foi direto com Suzuki quando este expôs sua visão:Você perdeu o juízo. Cada uma das metas traçadas por Suzuki, analisadas individualmente, era ousada. Porém, ao tentar conceber todas essas metas como parte de um único plano, Takahashi fez coro aos demais engenheiros:Impossível. Suzuki, no entanto, foi irredutível e não saiu do escritório de Takahashi até que este concordasse em fazer parte de sua empreitada.

Suzuki acreditava que conforto e performance não poderiam, como deveriam coexistir em um único veículo. Inicialmente descrente, Takahashi se tornou um dos maiores defensores da visão de Suzuki. Seus engenheiros se empenharam em eliminar cada causa que pudesse gerar ruídos no motor. Um som em especial, vindo do drivetrain, causava muito incomodo. A equipe conseguiu isolar o ruído e detectar sua origem: o eixo de transmissão, que conecta o motor ao diferencial e é responsável por transmitir potência para as rodas traseiras. Os engenheiros descobriram que qualquer irregularidade no eixo de transmissão, por mais sutil que fosse, causaria vibrações quando o veículo estivesse rodando. Quanto maior a velocidade, maior a vibração e, portanto, maior o ruído. Chegando a origem do problema, os engenheiros desenvolveram um eixo de transmissão feito de aço com alta elasticidade.

O exemplo acima é apenas um, entre milhares, de como cada detalhe foi cuidadosamente avaliado na concepção da marca Lexus e seus veículos. Durante o desenvolvimento de um carro, o procedimento padrão é que sejam feitos cinco ou seis modelos em escala real ao longo do processo. No caso do projeto “Circle F”, que mais tarde se tornaria o Lexus LS 400, primeiro carro da marca, 14 modelos em escala real foram feitos antes de seu lançamento.

A equipe envolvida no desenvolvimento doCircle Fconseguiu atingir cada uma das metas de desempenho traçadas por Suzuki. O carro, batizado de Lexus LS 400 estava pronto para fazer sua grande estreia, que aconteceu no Salão de Los Angeles de 1989. Na ocasião, a marca apresentou outro modelo, o Lexus ES 250, também fruto do projetoCircle F. As vendas dos dois automóveis começaram em setembro daquele ano. Em apenas quatro meses, 16.302 unidades foram vendidas.

O primeiro contato do público com a marca, porém, se deu pouco antes, em 1988. Em janeiro daquele ano, o conceito da nova marca que então surgia e seu logotipo com oLenvolto por uma elipse foram apresentados aos visitantes do Salão do Automóvel de Los Angeles. O anúncio gerou ansiedade e, no mês seguinte, em Chicago, ilustrações dos carros foram reveladas. Para ver os automóveis de perto e poder comprá-los, no entanto, os clientes ainda teriam que aguardar até o Salão de Los Angeles de 1989.

 

Omotenashi

Omotenashi é uma palavra japonesa que significahospitalidade. Essa era, e ainda é, a palavra de ordem da Lexus para sua rede de concessionárias. Não bastava para a Lexus ter um carro melhor que os de seus concorrentes. A marca também queria triunfar onde as deficiências de seus rivais eram mais visíveis: o serviço.

Pesquisas apontaram que menos de 50% dos proprietários de carros dos concorrentes da Lexus buscavam as concessionárias quando necessitavam de serviços, indo para oficinas independentes. O motivo que levava a esse comportamento não era de ordem financeira e nem de praticidade. Os proprietários queriam conversar com as pessoas que iriam trabalhar em seus automóveis. Dessa forma, as concessionárias Lexus tinham a missão de reproduzir toda a intimidade de uma oficina independente. Com a Lexus, ostécnicos senioresse tornaramEspecialistas em Diagnósticos. A questão era mais que semântica: eles usariam uniformes brancos e iriam interagir diretamente com os clientes.

O conceito de serviço da Lexus, no entanto, vai muito além do atendimento nas oficinas oficiais. Por muitos anos, os proprietários de veículos de luxo tinham quesofrer pela marca, como dizia o jargão da indústria automotiva. Atitudes esnobes por parte de vendedores e gerentes eram o padrão do mercado de luxo. A Lexus, porém, estava determinada a ser diferente. Em uma concessionária Lexus, os clientes seriam sempre tratados como convidados de honra. E os funcionários não mediriam esforços para resolver qualquer problema que o cliente tivesse, fosse ele mecânico ou não. E assim é até hoje, em qualquer concessionária Lexus.

 

Origem do nome

Nascida como uma divisão de luxo da Toyota, preservando o DNA de qualidade, confiabilidade e durabilidade da montadora japonesa, a nova marca deveria crescer de forma independente, adquirindo uma identidade própria. Com o lançamento iminente, era chegada a hora de escolher um nome para a grife.

A Lippincott & Margulies, uma consultoria de imagem de Nova York, foi contratada para auxiliar nesse processo. A companhia apresentou uma lista com 219 opções de nomes como Vectre, Verone, Chaparel, Calibre e Alexis. Alexis rapidamente se tornou a opção preferida de todos. Durante uma reunião, no entanto, George Borst, então gerente de Marketing Corporativo, levantou uma questão importante. Alexis era o nome de uma polêmica personagem da novelaDynasty, que fazia muito sucesso na televisão americana na época. Nesta mesma reunião, o gerente de Projetos John French rabiscava em seu bloco de notas quando eliminou a letraA, chegando aLexis. Em um rápido processo de brainstorm, oIfoi trocado por umU, chegando finalmente a Lexus. O nome agradou ao grupo de imediato por remeter tanto ao luxo como à alta tecnologia. Assim, nascia uma nova marca de luxo, que em pouco tempo conquistaria a liderança de seu segmento.

 

Linha do tempo

1988

A marca Lexus e o logo com o “L” foram apresentados ao público no Salão do Automóvel de Los Angeles, em janeiro. Um mês mais tarde, em Chicago, as primeiras ilustrações dos carros foram reveladas. Em maio, após um exigente processo de seleção, as primeiras 80 concessionárias Lexus foram nomeadas.

 

1989

Em janeiro, o Lexus LS 400 e o Lexus ES 250 foram finalmente apresentados ao público nos Salões de Los Angeles e Detroit. As vendas dos dois modelos começaram em setembro. Em apenas quatro meses, 16.302 unidades foram vendidas.

 

1990

Dentre milhares de interessados em possuir franquias da Lexus, a marca optou por manter uma rede com 121 concessionários criteriosamente selecionados em seu primeiro ano “completo” de operações. 63.534 unidades foram vendidas.

 

1991

Em junho, foi lançado o Lexus SC 400, cupê esportivo de luxo. Outro cupê esportivo de luxo, o Lexus SC 300 foi lançado em setembro, mesmo mês em que o Lexus ES 300 substituiu o Lexus ES 250. Em dezembro, a Lexus se tornou a maior importadora de veículos de luxo em vendas nos Estados Unidos, desbancando seus rivais europeus. 71.206 unidades foram vendidas e a marca passou a contar com 141 concessionárias.

 

1992

O renovado LS 400, com mais de 50 alterações, foi lançado em setembro. 92.890 unidades foram vendidas e a marca passou a contar com 165 concessionárias.

 

1993

O Lexus GS 300, sedã de luxo de alta performance, foi apresentado ao público em janeiro nos Salões de Los Angeles e Detroit, em janeiro. As vendas foram iniciadas em março. 94.677 unidades foram vendidas e a marca passou a contar com 168 concessionárias.

 

1994

A segunda geração do Lexus LS 400 passou a ser vendida em novembro. A marca vendeu 87.419 unidades e passou a contar com 171 concessionárias.

 

1995

O Lexus LX 450, primeiro SUV da marca, foi apresentado ao público em Nova York, no mês de abril. Na mesma ocasião, a Lexus revelou seus planos de entrar no mercado de SUVs de luxo no ano seguinte. 79.334 unidades foram vendidas e marca passou a contar com 172 concessionárias.

 

1996

Janeiro marcou a entrada oficial da Lexus no mercado de SUVs de luxo, com o início das vendas do Lexus LX 450. Em setembro, as vendas do novo Lexus ES 300 foram iniciadas. 81.529 unidades foram comercializadas e a marca passou a contar com 176 concessionárias.

 

1997

Em setembro, foi introduzido no mercado o renovado Lexus LS 400, com motor com tecnologia VVT-i. As novas gerações dos sedãs de alta performance Lexus GS 400 e do Lexus GS 300 tiveram suas vendas iniciadas. No mês seguinte, os dois modelos receberam motores com tecnologia VVT-i. Em dezembro, o renovado Lexus LX 470 foi apresentado em Los Angeles. 97.593 unidades foram vendidas e a marca passou a contar com 177 concessionárias.

 

1998

Em janeiro, o Lexus RX 300 foi apresentado no Salão do Automóvel dos Estados Unidos. Em março, foram iniciadas as vendas do Lexus LX 470 e do Lexus RX 300. Em julho, as vendas mensais da Lexus ultrapassaram a de todas as outras marcas de luxo nos Estados Unidos, fato inédito para uma marca de fora do país. Em dezembro, a marca atingiu seu 12º recorde mensal de vendas consecutivo. 156.260 unidades foram vendidas e a marca passou a contar com 182 concessionárias.

 

1999

Em janeiro, o Lexus IS, sedã de luxo compacto de alta performance foi apresentado em Detroit. O mês de março marcou a estréia da marca Lexus no mundo do esporte a motor, com a participação de um Lexus GS 400 na competição Grand American Motorola Cup Sports. Na sexta corrida, a marca conquistou sua primeira vitória. Este ano marcou duas comemorações importantes para a Lexus. Em setembro, foi celebrado o 10º aniversário da venda do primeiro veículo Lexus nos Estados Unidos. Em novembro, foi atingida a marca de um milhão de veículos vendidos naquele país. 185.890 unidades foram vendidas e a marca passou a contar com 185 concessionárias.

 

2000

O Lexus LS 430 foi apresentado em Los Angeles, em janeiro. No mesmo mês, o Lexus IS 300 foi revelado em Detroit. Em abril, a marca anunciou seus planos de lançar uma versão conversível do Lexus SC 430. Em junho, as vendas do Lexus IS 300 tiveram início. Em agosto, a Lexus foi a primeira marca de veículos importados de luxo a registrar a marca de 20 mil unidades vendidas em um único mês. No mês seguinte, o Lexus GS 430 substituiu o Lexus GS 400. Em outubro, o Lexus LS 430 teve suas vendas iniciadas. No último mês do ano, a Lexus se sagrou a marca de veículos de luxo mais vendida nos Estados Unidos. 206.037 unidades foram vendidas e marca passou a contar com 190 concessionárias.

 

2001

Em janeiro, a Lexus apresentou, em Detroit, o Lexus IS 300 Sport Cross, a versão esportiva do Lexus IS 300 com transmissão mecânica e o Lexus SC 430. Em março, o Lexus SC 430 conversível teve suas vendas iniciadas e em agosto foi a vez do IS 300 Sport Cross, e da versão esportiva do Lexus IS 300 com transmissão mecânica. Em setembro, a quarta geração do ES 300 teve suas vendas iniciadas. Em dezembro, a Lexus se sagrou a marca de veículos de luxo mais vendida nos Estados Unidos pelo segundo ano consecutivo. 223.983 unidades foram vendidas e a marca passou a contar com 196 concessionárias.

 

 

2002

Em janeiro, o Lexus GX 470 foi apresentado em Los Angeles. No mesmo mês, em Los Angeles, a Lexus revelou o veículo esportivo especialmente construído para o filme Minority Report, superprodução de Steven Spielberg. Em maio, o Lexus ES 300 e o Lexus RX 300 foram, respectivamente, o automóvel de luxo e o SUV de luxo mais vendidos nos Estados Unidos. Em novembro, a Lexus conquistou seu primeiro título no automobilismo com o Lexus IS 300 no campeonato Grand American Sport Touring. Em dezembro, tiveram início as vendas do Lexus GX 470. 234.109 unidades foram vendidas e a marca passou a contar com 199 concessionárias.

 

2003

Em janeiro, a segunda geração do RX, o Lexus RX 330, e o RX Híbrido, primeiro veículo de luxo com tecnologia híbrida do mundo, foram apresentados em Detroit. As vendas do RX 330 foram iniciadas em março. No mês seguinte, o conceito Lexus LF-X foi apresentado. O mês de setembro marcou a primeira fabricação de um veículo Lexus fora do Japão, no Canadá. Em dezembro, a Lexus se sagrou a marca de veículos de luxo mais vendida nos Estados Unidos pelo quarto ano consecutivo. 259.755 unidades foram vendidas e a marca passou a contar com 206 concessionárias.

 

2004

Em janeiro, a terceira geração do sedã esportivo GS foi revelada em Detroit. Na ocasião, também foi realizada a première mundial do Lexus RX 400h, primeiro SUV de luxo com tecnologia híbrida do mundo. Em dezembro, a Lexus se sagrou a marca de veículos de luxo mais vendida nos Estados Unidos pelo quinto ano consecutivo. 287.927 unidades foram vendidas e a marca passou a contar com 210 concessionárias.

 

2005

As terceiras gerações do Lexus GS 300 e do Lexus GS 430 tiveram suas vendas iniciadas em fevereiro. No mês seguinte foi realizada a première mundial do novo Lexus IS 350 e do Lexus GS 450h, primeiro sedã esportivo de luxo com tecnologia híbrida do mundo. Em abril, foram iniciadas as vendas do Lexus RX 400h. O mês de agosto marcou o início das vendas de veículos Lexus no Japão. Os novos sedãs esportivos Lexus IS 250 e Lexus IS 350 tiveram suas vendas iniciadas em outubro. Em dezembro, a Lexus se sagrou a marca de veículos de luxo mais vendida nos Estados Unidos pelo sexto ano consecutivo, com 302.895 unidades vendidas e com 215 concessionárias.

 

2006

Em janeiro, o novo sedã Lexus LS 460 foi revelado em Detroit. O mês seguinte foi marcado pela première do Lexus ES 350, em Chicago. Em abril, foram iniciadas as vendas do Lexus ES 350 e do Lexus GS 450h. No mesmo mês, em Nova York, foi revelado o Lexus LS 600h, primeiro veículo a contar com um motor V8 híbrido no mundo. Em outubro, o Lexus LS 460 e o Lexus LS 460 L tiveram suas vendas iniciadas. Em dezembro, a Lexus se sagrou a marca de veículos de luxo mais vendida nos Estados Unidos pelo sétimo ano consecutivo. 322.434 unidades foram vendidas e a marca passou a contar com 220 concessionárias.

 

2007

Em janeiro, foram apresentados o Lexus 2008 IS F e o conceito LFA, revelando um novo foco em veículos de alta performance. Em abril, o novo Lexus LX 570 foi revelado em Nova York e julho marcou o início das vendas do LS 600h. Em dezembro, a Lexus se sagrou a marca de veículos de luxo mais vendida nos Estados Unidos pelo oitavo ano consecutivo. 329.177 unidades foram vendidas e a marca passou a contar com 223 concessionárias.

 

2008

Em janeiro, foram iniciadas as vendas do novo Lexus LX 570 e do sedã de alta performance Lexus IS F. Em outubro, no Salão do Automóvel de Paris, os conversíveis Lexus IS 250C e Lexus IS 350C foram apresentados ao público. Em dezembro, a Lexus se sagrou a marca de veículos de luxo mais vendida nos Estados Unidos pelo nono ano consecutivo. 260.087 unidades foram vendidas e a marca passou a contar com 226 concessionárias.

 

2009

Um ano de muitas novidades para a marca Lexus. Em janeiro, durante o Salão do Automóvel dos Estados Unidos, foi apresentado o Lexus HS 250h. No mesmo mês, foram introduzidos os novos Lexus RX 350 e Lexus RX 450h. No mês seguinte foram iniciadas as vendas do Lexus RX 350. Em maio, foi a vez dos conversíveis Lexus IS 250C e Lexus IS 350C terem suas vendas iniciadas e, em junho, foi a vez do Lexus RX 450h. Em julho, foram registradas vendas de mais de um milhão de unidades de veículos da família RX nos Estados Unidos, tornando-se o SUV de luxo de mais sucesso da história. Em agosto, o Lexus HS 250h teve suas vendas iniciadas. Em outubro, o LFA, primeiro supercarro da Lexus, teve sua première durante o Salão do Automóvel de Tóquio. Em dezembro, o Lexus GX 460 teve suas vendas iniciadas, enquanto o Lexus LF-Ch foi apresentado ao mercado americano em Los Angeles. Pelo décimo ano consecutivo, a Lexus se sagrou a marca de veículos de luxo mais vendida nos Estados Unidos. 215.975 unidades foram vendidas e marca passou a contar com 228 concessionárias.

 

2010

Em março, foi realizada a première mundial do compacto Premium com tecnologia híbrida Lexus CT 200h, durante o Salão do Automóvel de Genebra. Em dezembro, a Lexus se sagrou a marca de veículos de luxo mais vendida nos Estados Unidos pelo 11º ano consecutivo. 229.329 unidades foram vendidas e a marca passou a contar com 229 concessionárias.

 

2011

Em janeiro de 2011, as primeiras unidades destinadas a venda do Lexus LFA chegaram aos Estados Unidos. Em agosto, o Lexus CT 200h, quinto veículo híbrido da marca, chega ao mercado. Em abril, foi realizada a première mundial do conceito Lexus LF-Gh em Nova York.LFA, revelando um novo foco em ves do o. s sou a contar com COM 196 unIDADES inte. r uma rede com 121 concession

 

Desde sua estreia, em 1989, a Lexus conquistou sólida reputação por seus produtos de alta qualidade e pelo excelente nível de atendimento oferecido aos seus clientes. A marca Lexus é líder em tecnologia híbrida no mercado de luxo, oferecendo quatro modelos híbridos que oferecem o melhor em inovação tecnológica e luxo de alto padrão. Em seu início, a Lexus oferecia dois modelos de veículos. Hoje, mais de 20 anos depois, a Lexus oferece em todo o mundo diversas variações de 10 modelos de automóveis, desde o esportivo híbrido CT 200h até o supercarro LFA, com motor V10.

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Maio de 2012